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Doença Celíaca

Doença Celíaca

A Doença Celíaca (DC) é um distúrbio autoimune desencadeado pela ingestão de glúten, uma proteína importante no trigo, ou de proteínas similares em outros grãos.
• Pesquisas sobre as causas básicas indicam que o distúrbio se desenvolve quando uma pessoa exposta ao glúten tem também uma suscetibilidade genética para a DC e uma parede intestinal anormalmente permeável.
• De modo surpreendente, essencialmente o mesmo trio -um gatilho ambiental, uma predisposição genética e um ” intestino vulnerável” – parece ser também a base para outras doenças autoimunes. Essa descoberta aumenta as possibilidades de que novos tratamentos para a DC possam também melhorar outros distúrbios.
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Dados:
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– Cerca de 1 % da população global tem Doença Celíaca, embora a maioria não saiba disso.
– Mais de 2 milhões de pessoas nos EUA são atingidas pela doença.
– Alguns sintomas comuns em bebes e crianças são dores abdominais, inchaço, obstipa­ção, diarreia, perda de peso e vômitos.
– Cerca de metade dos adultos com o distúrbio não sofrem de diarréia no diagnóstico.
– Outros sinais que podem ocorrer em adultos são: anemia, artrite, perda de massa óssea, depressão, fadiga, infertilidade, dores articulares, convulsões e entorpecimento nas mãos e pés.
O SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL – SET. 2009
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Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose

O consumo de glúten e lactose pode trazer consequências graves às pessoas que são intolerantes a eles.
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A lactose é o açúcar presente no leite e em seus derivados, como manteiga, queijo, creme de leite e iogurte.
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Pessoas que têm intolerância à lactose, ao consumir algo com essa substância, sofrem um processo de fermentação por bactérias que gera desconforto digestivo. Os sintomas também variam conforme a quantidade ingerida e o grau de intolerância de cada indivíduo, podendo provocar vômito, manchas e coceira na pele, edema de glote, gases, dor abdominal, náuseas e diarreia.
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A intolerância à lactose é diferente da alergia ao leite. Embora esses dois problemas sejam frequentemente confundidos, a alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de qualquer quantidade de leite. Já a intolerância reflete uma deficiência da enzima lactase em quebrar as moléculas de lactose no interior do intestino. Por isso, o quadro clínico está relacionado à quantidade de leite ingerido.
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A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório. Alguns derivados do leite, no entanto, passam por um processo de industrialização que retira a proteína do leite, tornando-se assim consumíveis por alérgicos.
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Exames de sangue específicos ou um tipo de teste respiratório são usados para saber se a pessoa é intolerante à lactose ou alérgica à proteína do leite. Os tratamentos são baseados na dieta de exclusão do leite de vaca e de seus derivados, conforme o grau de intolerância ou alergia. Porém é muito importante que os portadores dessa doença comam outros alimentos ricos em cálcio para suprir a necessidade desse mineral, como feijão, ovo, couve, espinafre, sardinha e queijo de soja.
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Pessoas com doença de Crohn, um tipo de inflamação intestinal crônica, ficam menos tolerantes a digerir produtos com lactose. No entanto, isso não é regra e qualquer exclusão ou medida dietética deve ser feita acompanhada de um profissional de saúde. 🏥 #sersaudavelpodesergostoso #semgluten #semleite #semlactose #lacfree #glutenfree #gratidao #grateful #lowcarb #vegano

Doença celíaca e o Covid-19

Doença celíaca e o Covid-19

Doença Celíaca e COVID-19

Uma doença autoimune é uma condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano.
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Existem mais de 80 tipos diferentes de doenças autoimunes, entre elas a Doença Celíaca. 🌾
A doença celíaca é uma condição autoimune causada pela intolerância ao glúten – proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados.
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DC é um distúrbio crônico que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos. A doença causa atrofia da mucosa do intestino, levando à má absorção dos nutrientes, sais minerais e água. Por ser uma doença autoimune, os celíacos estão no grupo de risco do Covid 19.
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A falta da dieta promove o aumento da inflamação no organismo, deixando portas abertas para novas ameaças e impedindo que o sistema de combate às doenças funcione corretamente. 🤧
Além das recomendações gerais que vem sendo divulgadas pelo Ministério da Saúde e pelos próprio profissionais de saúde sobre o Coronavírus, uma tarefa importante é FAZER A DIETA SEM GLÚTEN RIGOROSA, 100% SEM GLÚTEN !
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Com a dieta correta é possível manter as reservas de vitaminas e minerais e deixando o Sistema Imunológico trabalhar, eliminando as ameças externas, sem ter que ficar hiperativado por causa de presença de peptídeos de glúten no organismo.
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Doença celíaca e a vacina da influenza

Doença celíaca e a vacina da influenza

Vacina para Influenza e a Doença Celíaca 🤔 Em época de pandemia de coronavírus muitas dúvidas surgiram em relação à Doença Celíaca (DC): – Tenho uma Doença crônica e devo tomar vacina de influenza? 🧐
É sabido que alguns celíacos são mais suscetíveis a infecções por determinados grupos de vírus e bactérias, dentre eles podemos destacar Streptococcus pneumoniae e Influenza.
Entre 16 de abril a 9 de maio, acontecerá a segunda fase da vacinação para Influenza no Brasil. Essa fase contempla também doentes crônicos, e, celíacos certamente estão incluídos nessa categoria, afinal são portadores de Doença Crônica Autoimune. 💉
Procurem a Unidade de Saúde mais próxima munidos de sua carteira de vacinação, façam a vacina para Influenza e também a pneumocócica!
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Protejam-se!

Dra. Danielle Kiatkoski CRM-Pr 14254 / RQE 9142
Gastroenterologista do INCIGAP – Instituto de Cirurgia e Gastroenterologia do Paraná #semgluten #semlactose #doencaceliaca #celiaco #sersaudavelpodesergostoso #doencaautoimune #lowcarb #vegano #influenza #vacinese #gratidao #grateful #lacfree #glutenfree

Intolerância a lactose x APLV

Intolerância a lactose x APLV

Você sabe a diferença?
Para começo de história, ambos não podem/devem consumir leite.

Sabe o porquê?

Enquanto a intolerância à lactose é um distúrbio digestivo, a alergia à proteína do leite de vaca causa reações de leves, como urticárias, a graves, como choque anafilático.

INTOLERÂNCIA À LACTOSE
A intolerância à lactose é um distúrbio no sistema digestivo que se caracteriza pela incapacidade total ou parcial de o organismo digerir o açúcar do leite e seus derivados, como iogurtes, queijos e outros laticínios. Ela acontece porque o intestino delgado deixa de produzir, ou produz em quantidade insuficiente, a lactase, enzima responsável por quebrar as moléculas de lactose e transformá-la em glucose e galactose.

APLV

A alergia à proteína do leite de vaca é diferente da intolerância à lactose. Ao contrário da intolerância à lactose, pessoas com alergia a leite de vaca podem, sim, digerir o leite apropriadamente. A diferença é que, ao fazer essa digestão, o sistema imunológico reage às proteínas do leite, causando desde urticárias a reações alérgicas súbitas e graves.

Mais comum em crianças, a APLV é causada porque o organismo apresenta sensibilidade a alguma proteína presente no alimento. Os motivos para as crianças serem afetadas por alergias alimentares derivadas do consumo do leite de vaca são dois, segundo especialistas:

O alimento é muito consumido.

O leite de vaca contém mais de 20 elementos proteicos, portanto tem alto potencial alergênico.
Todos os nossos produtos são sem lactose e sem leite, logo, perfeito para ambos os casos.

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Doença celíaca e o diabetes

Doença celíaca e o diabetes

Você diabético ou celíaco, conhece essa associação?🤔
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Sabe-se que uma parte das pessoas que são acometidas com a doença celíaca apresenta a forma assintomática, isto é, sem qualquer sinal ou sintoma da doença.
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A relação entre Diabetes e Doença Celíaca é descrita desde 1954 e a suscetibilidade genética parece ser o principal fator para esta associação.
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Cada indivíduo apresenta um código de reconhecimento para o sistema imunológico, que é chamado de complexo maior de histocompatibilidade (HLA), codificado através do DNA. Em algumas pessoas esse código de reconhecimento apresenta alteração e as células de defesa passam a enxergar as células do próprio corpo, outras vezes, alguns alimentos, como inimigos e a consequência é que o sistema imunológico passará a atacar o próprio corpo.
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Os sintomas clássicos gastrintestinais da DC dificilmente acontecem nos pacientes com Diabetes, sendo estes comumente assintomáticos e dificultando o diagnóstico.
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Estudos demonstraram que pacientes com Diabetes M tipo 1 e Doença Célica recém-diagnosticada possuem pior controle glicêmico e perfil lipídico, bem como maior prevalência de complicações microvasculares. Além disso, pacientes com DC desenvolvem retinopatia e nefropatia mais cedo do que aqueles com apenas Diabetes. .
Existe, também, evidências de que pacientes com ambas as doenças estão propícios a uma maior taxa de aterosclerose subclínica em comparação com a condição diabética sozinha.
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Nesta perspectiva, torna-se fundamental o rastreio da doença celíaca em pacientes diabéticos tipo 1, para diminuir os agravos e, consequentemente, a morbidade causada por tal associação.

Fontes:
Sociedade Brasileira de Diabetes.
Damadceno, J.A, Domingueti, C.P. Associação entre doença celíaca e complicações do diabetes em pacientes com diabetes mellitus tipo 1.

Revista Sociedade Brasileira Clínica Médica 2017 jul-set; 15(3):206-13.

Silva, M.J.C. Doença Celíaca associada a diabetes mellitus tipo 1. Vitória de Santo Antão, 2016.

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Uma alimentação saudável e equilibrada pode sim melhorar sua imunidade

Diante deste tema, várias perguntas surgem em nossa mente:
1 – o que define uma alimentação saudável?
2 – que alimentos podem melhorar minha imunidade?
3 – que alimentos podem piorar minha imunidade?
4 – ter uma alimentação saudável significa que minha imunidade estará ótima e conseguirei combater vírus (tão atual!) e bactérias?

Alimentação saudável é definida pela ingesta de alimentos de alto valor nutricional, isto é, rico em vitaminas, oligoelementos e anti-oxidantes, além de fornecer uma quantidade equilibrada dos macronutrientes– carboidratos, proteínas e gorduras.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda a ingesta diária mínima de 400g de vegetais (frutas, legumes e verduras) para se garantir as quantidades mínimas necessárias das vitaminas e oligoelementos.
A quantidade dos macronutrientes deve ser individualizada de acordo com as necessidades e o momento de cada pessoa.
Das vitaminas e oligoelementos, as que mais auxiliam o sistema imunológico são as vitaminas C , D e E, Zinco, Selênio, ômegas e carotenoides.
A vitamina C é um excelente anti-oxidante, funciona como regenerador de tecidos e melhora a qualidade dos linfócitos, glóbulos brancos responsáveis por uma das etapas na defesa contra os vírus. Pode ser encontrada em frutas cítricas como limão, laranja, tomate e acerola. A lichia também contém alto teor de vitamina C.
Os carotenoides são substâncias anti-inflamatórias e anti-oxidantes muito potentes e encontradas em alimentos de coloração alaranjada ou avermelhada como cenoura, abobora, mamão, manga.. mas também nos verde-escuros como couve e espinafre.
A vitamina E reforça o poder anti-oxidante da vitamina C e é ricamente encontrada nas oleaginosas – amêndoas, nozes, castanha de caju, castanha do Pará, além de também ser encontrada no abacate e nos azeites. Esses mesmos alimentos ainda contém variedades de gordura boas, os ômegas.
O Zinco é um oligoemento que funciona como cofator enzimático, isto é, na presença dele as enzimas são ativadas. Ele é um dos oligoementos mais utilizados pelo nosso organismo nas situações de estresse. Alimentos ricos em zinco são os frutos do mar, as leguminosas (particularmente lentilhas e feijões), as sementes e os derivados lácteos.
O Selênio é ricamente encontrado na castanha do Pará e desempenha importante papel na melhoria da imunidade uma vez que é super anti-inflamatório.
Ora… se os alimentos anti-inflamatórios melhoram a imunidade, subentende-se que os alimentos inflamatórios a pioram. É exatamente assim!! Alimentos altamente processados e cheios de corantes artificiais pioram o sistema imunológico, assim como o fazem os carboidratos refinados e o açúcar. Exemplos de alimentos que você deve abolir são salgadinhos e sucos artificiais, frios como presunto, peito de peru, mortadelas… pães cheios de farinhas brancas e açúcar.
Mas… mesmo que vc se alimente bem, tenha uma saúde intestinal boa, mantenha-se com baixo nível de estresse, pratique atividade física regular e tenha um sono reparador… ainda assim seu sistema imunológico pode ser “enganado” pelos vilões vírus e bactérias. Assim, a proteção e vigia constantes são essenciais!
Beijos e cuidem-se!
Com carinho, Dra Cristiane.

Lactose

Segundo a Associação Americana de Gastroenterologia e Nutrição, 85% da população adulta tem algum grau de intolerante à lactose, o açúcar do leite. “Não fomos feitos para consumir leite após os primeiros anos de vida”, afirma a médica Loraine Landgraf. A produção de lactase, enzima responsável pela quebra desse açúcar, diminui com os anos e, sem ela, a lactose, mal digerida, provoca distensão abdominal, retenção de líquido e sensação de estufamento – que diminui muito quando se tira o leite do dia a dia. “Não é garantia de que haverá perda de peso”, explica Loraine. “O que ocorre é que o organismo elimina melhor as toxinas. Com isso, a pessoa desincha e tem a sensação de o corpo ficar mais sequinho. Cortar o leite pode melhorar até o aspecto da celulite.”

lactose

Também no caso do leite não resolve trocar o integral pelo desnatado, pois o que se retira dele é a gordura, e não o açúcar. Se for impossível renunciar a esse alimento, então é melhor você buscar um tipo de leite sem lactose. E os derivados? Queijo e iogurte contêm muito menos lactose, e a maioria das pessoas intolerantes a ela consegue consumi-los, segundo o professor e especialista em nutrição canadense Joe Schwarcz, autor do livro Uma Maçã por Dia – Mitos e Verdades sobre os Alimentos que Comemos (Zahar). De qualquer maneira, é bom fazer um teste: cortar até os derivados por um tempo (de 20 a 30 dias) e, quando voltar a incluí-los no cardápio, observe como seu organismo reage.

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